ATÉ AONDE VAI O AMOR DE UMA MÃE?
Débora Silva de Oliveira: a menina. Silvana Bezerra da Silva: a mãe. Distrofia muscular progressiva: a doença.
Débora Silva de Oliveira acaba de sair do hospital, depois de sete anos, para ir para casa. Segundo a reportagem da Folha de São Paulo, do dia 12/11/04, a garotinha entrou no hospital com 6 meses, quando descobriu que só poderia sobreviver com a ajuda de um aparelho que simula os movimentos dos pulmões.
Durante 7 anos sua mãe, Silvana, permaneceu ao seu lado no hospital, mesmo com mais três filhos para cuidar. Agora, sua casa foi reformada, a aparelhagem instalada e a alimentação especial garantida pela Lei Orgânica de Assistência Social.
O amor de quem cuidou da menina fez com que lágrimas fossem despejadas no dia em que ela foi embora. Agora Débora sai de sua casa para morar com aquela que de fato é sua família – sua mãe.
Bons médicos não bastam, para permanecer são e vivo, é necessário o amor e o apoio daqueles que amamos. Com 6 meses a menina não tinha condições de pedir ajuda, mas hoje com certeza, ela tem condições de agradecer.
“Segurar um filho nos braços é uma das maiores felicidade que a vida nos reserva. Todos os problemas desaparecem quando você olha nos olhos de seu rebento. “
Anônimo
Escrito por Carol, Flavia e Cris às 08h02
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DROGAS...
Ajudando os netos no combate às drogas!
Sabemos que os avós têm um papel fundamental na vida das crianças, principalmente pelo fato deles terem mais vivência que os próprios pais.
Eles já passaram por tudo que os pais passam, por isso eles têm maior flexibilidade na hora de um diálogo mais sério com os netos. Os avós podem servir como modelos mais estáveis e maduros quando precisarem assumir alguma responsabilidade com os netos, eles podem usar a intimidade e confiança que inspiram para reforçar as lições ensinadas pelos pais sobre auto-respeito e vida saudável.
Quando demonstram preocupação perguntando: "Alguém já lhe ofereceu drogas?" ou "Por que seus olhos estão vermelhos ?", provavelmente ouvirão respostas mais honestas, especialmente se conseguirem mostrar que não vão julgar nem punir ninguém. Os netos tendem a ser menos defensivos e mais predispostos a ouvir seus conselhos sobre drogas.
Os avós também os ajudarão reforçando mensagens positivas e o bom comportamento.
Porém, devemos sempre lembrar que essas conversas devem ser de prevenção, ou seja, esse tipo de conversa deve haver para que o adolescente não caia no mundo das drogas. Pois, uma vez já viciado, fica muito mais difícil o diálogo e o adolescente pode se tornar agressivo, portando sempre é bom ter um acompanhamento com profissionais da área médica, para que os pais ou avós saibam como lidar com algumas situações que irão se deparar.
Escrito por Carol, Flavia e Cris às 07h58
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VAMOS FALAR SOBRE ADOÇÃO...
Amor de mãe nasce na alma e não no sangue.
A adoção é a aceitação voluntária e legal de uma criança como filho. (definição do dicionário Aurélio)
Através da adoção, assume-se o pátrio poder da criança, desligando-a de todo e qualquer vínculo com pais biológicos e parentes naturais (salvo para impedimentos matrimoniais). É um ato irrevogável, portanto, há que ser muito bem pensado, sendo que esse vínculo não pode mais ser desfeito.
Quando o juiz prolata a sentença de adoção, expede dois mandados: um para cancelar o registro original e outro para fazer a inscrição do novo registro de nascimento, com todos os novos dados que os adotantes indicarem (novo nome da criança, nome dos pais, nome dos avós maternos e paternos), sendo proibido no registro, qualquer menção sobre a adoção. Assim, a criança estará dando início à sua nova vida. Não há custos para o processo de adoção legal, pois corre na Justiça gratuitamente e em segredo, ou seja, só os Requerentes (pais adotivos) poderão ter acesso, nem mesmo os progenitores (pais biológicos), terão contato com o processo. Essa restrição tem por objetivo preservar a nova identidade da criança/adolescente. Adotar uma criança é um ato de cidadania! Lembre-se: Mãe é aquela pessoa que cria, educa e dá amor para o seu filho e não a progenitora, aquela que apenas pari a criança e depois a abandona.
Escrito por Carol, Flavia e Cris às 07h42
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O QUE O BUDA FARIA NUMA CRISE FAMILIAR?
A Família unida é como uma floresta,
Ao passo que a árvore solitária é abatida pela tempestade
Jataka 74
Buda lembra que não somos muito diferentes das outras coisas vivas, nem mesmo das árvores. Ele recorre à metáfora das árvores: natural, enraizada e profundamente poderosa.
Tal como um aglomerado de árvores que, estando juntas, se protegem mutuamente contra o vento, as famílias precisam ficar unidas para enfrentar qualquer tempestade que as ameace. Uma pessoa isolada é como uma árvore solitária; ela enfrenta o vento sozinha e pode quebrar. Mas uma família cujos membros se arrimam é muito mais forte que cada um deles isoladamente. Na floresta, as árvores estendem os ramos para as outras; é assim que elas se apóiam na tempestade. Não é muito diferente das famílias, é? Nós também não estendemos os braços para os outros e não nos apoiamos mutuamente durante as crises?
Nessas ocasiões, é difícil manter união. Suas raízes podem embaraçar-se, o sol pode ficar bloqueado para você. Chega a ser frustrante e até doloroso. Mas, se você apoiar a sua família, ela o apoiará, e a força que vocês terão juntos é a maior deste mundo.
Texto retirado do livro: O que Buda faria? - 101 respostas: para os dilemas cotidianos da vida
Autor: Franz Metcalf
Editora: Pensamento
Escrito por Carol, Flavia e Cris às 19h54
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Vivendo longe de casa
Viver longe de casa tem sido o desafio de muitos jovens que vão estudar em outras cidades. Deixar as raízes traz dificuldades de adaptação e sociabilização para muitos. O apoio da família torna-se muito importante, pois ficar longe da convivência fraternal faz muita gente pensar em desistir.
Segundo a psicóloga e orientadora vocacional Luciana Lima, numa entrevista dada à Folha de São Paulo, os alunos se sentem como estrangeiros ainda que compartilhem da mesma língua e mesmos costumes, pois ainda se sentem presos às suas raízes, ou seja, à sua identidade local. Luciana diz também que muitos se adaptam bem, tanto que há dificuldades na readaptação à cidade natal.
Maturidade e independência são palavras-chave para a adaptação, mas isso apenas será conseguido com a ajuda de uma família que compreenda as dificuldades do jovem, e se preocupe em manter o contato para que não se quebre de uma só vez a relação com a cidade natal.
Escrito por Carol, Flavia e Cris às 07h30
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NÃO CUSTA NADA AJUDAR!!!
Esta semana recebi um e-mail de um professor muito querido que tive no terceiro colegial. A mensagem continha uma fotinho de um nenê que possui uma doença chamada Microtia Severa, é uma anomalia crânio facial. Esse bebê não tem nem a orelhinha nem o canal auditivo direito. Apesar deste problema ele tem a audição perfeita do lado esquerdo que se desenvolve muito bem.
O pai da criança, Erlon Marcedo de Mello, tem muita preocupação em relação ao desenvolvimento de seu filho. Ele já sabe que a reconstrução do canal auditivo não valeria a pena pela complexidade da cirurgia. A família está se preparando para uma cirurgia plástica a ser realizada quando a criança completar sete anos para a reconstrução da orelha. O maxilar também é um pouco menor, mas pelo que se sabe, é possível desenvolve-lo.
O que mais preocupa a família é o lado psicológico, pois dentro de pouco tempo o nenê estará indo para escola. Entre os familiares é como se não existisse o problema, mas, a dúvida do pai é a reação dos outros. A maior dúvida do pai é como educar seu filho, por isso ele está pedindo ajuda para quem conhece este problema ou para aqueles pais que já passaram por isso.
Portanto, se você, leitor, sabe de alguém que pode nos auxiliar, deixe uma mensagem no nosso blog, ajudar faz bem!!!!
O e-mail do pai é: erlon.mello@pop.com.br e o telefone é: 055 61 9242408
Escrito por Carol, Flavia e Cris às 08h16
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"O
amor é uma doação perene de luz e felicidade, sem pedir nada em
troca."
Anônimo |

"Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e a dos anjos, sem o
amor eu nada seria."
(Coríntios 13)
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